Bourbon Street Fest
Essa semana tem Bourbon St Fest, vale a pena conferir!
Segue a Programação de São Paulo:
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Mais informações pelo site do evento www.bourbonstreetfest.com.br
Essa semana tem Bourbon St Fest, vale a pena conferir!
Segue a Programação de São Paulo:
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Mais informações pelo site do evento www.bourbonstreetfest.com.br
Neste último final de semana conheci na casa de um amigo esta banda com um jazz que gostei bastante.
Pesquisei um pouco na web sobre o músico e descobri que ele é nascido no Texas nos EUA em 1969 e com grande influência de Wynton Marsalis, já gravou 17 álbuns de 1989 até hoje com destaque para o Earfood de 2008.
O quinteto formado por Roy Hargrove no trompete, Justin Robinson no Sax, Gerald Clayton no piano, Danton Bolder no baixo e Montex Coleman na bateria.
Para escutar o áudio da versão de estúdio da música I’m Not so Sure, clique no link I’m Not So Sure
Assista no vídeo a versão ao vivo de I’m not so sure gravada em 2008.
Navegando pela web descobri este jovem talento que vem ganhando grande força no jazz.
Veja o que um grande pianista nascido em 1996 é capaz de fazer:
Conferimos ontem o tributo ao jazzista Wayne Shorter no Jazz nos Fundos. Com Sidmar Vieira no trompete, Daniel Filho no saxofone, Fabrízio Casaletti na guitarra, Richard Metairon no baixo, João Mota na bateria e participação especial de Ohad Talmor no saxofone.
A noite fria estava agradável para assistir a banda apreciando uma cerveja escura. Com certeza o frio contribuiu para a casa não encher muito, deixando uma boa oportunidade aos amantes do jazz conferirem todos os detalhes do show.
Durante o intervalo do show foram exibidos no telão alguns vídeos de Wayne Shorter interpretando seus grandes clássicos.
Wayne Shorter (25 de Agosto de 1933) é um saxofonista e compositor americano. É conhecido em todo o mundo desde a década de 1960 como um dos importantes nomes do jazz.
Shorter já gravou dezenas de discos como leader, além de ter aparecido em diversas gravações de artistas como no Art Blakey’s Jazz Messengers, com quem tocou no fim dos anos 1950, no segundo quinteto de Miles Davis nos anos 1960 e no grupo Weather Report nos anos 1970. Várias de suas composições hoje são consideradas standards do jazz.
Assista aos vídeos abaixo e acompanhe Shorter em diferentes fases de sua carreira:
Ao vivo em Stockholm 1963 com Miles Davis, Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Williams
Wayne Shorter e Carlos Santana ao vivo em Montreux em 1988 – Elegant People
The Wayne Shorter Quartet ao vivo em 2003 – Masquarelo
Que groove, maluco! Sente só, escutei na Eldorado FM sábado à noite e procurei saber mais:
Fechamos esta semana homenageando o incomparável MIles Davis, nascido em 26 de Maio de 1926.
Aproveite esta versão de Walking com 9 minutos pelo Miles Davis Quintet, em novembro de 1967.
A Virada Cultural deste ano foi um grande evento e vai marcando cada vez mais seu espaço no calendário cultural brasileiro e, porque não, mundial. Afinal, a qualidade da música brasileira é uma das mais altas do mundo.
O JazzBlog assistiu a três shows ótimos no mesmo palco (Boulevard São João). Abaixo uma breve descrição de cada um:
Hermeto Pascoal
Não precisa dizer muita coisa, né? O maestro que tira música de qualquer objeto que possua densidade maior que a do ar deu mais um show de improvisação, solos e sons! Pena que cheguei na metade do show, mas o que vi foi fantástico.
Airto Moreira
Este percursionista brasileiro realmente é um show à parte. Com sons improvisados e uma criatividade que contagia sua banda, entrou pesado na mistura de MPB com Jazz e Funk, o que resultou num show dançante, com alta técnica instrumental e ritmos brasileiros!
Veja só a habilidade do Airto:
Booker-T
Fui conhecer o Booker-T, ou melhor, saber que era ele quem estava por trás de músicas conhecidas por todos, na semana da virada. Quando vi os seus sons, pensei na hora “tenho que ver esse show!”.
E não me arrependi. O som dos caras é seco e o baixão tem um punch forte; eu definiria o estilo como Hard Blues. É pegado e ritmado, com frases de blues ao mesmo tempo puxadas para uma pegada mais agressiva. Como se já não bastasse esse blues com pegada, o Booker-T ainda toca um órgão Hammond que preenche as músicas de uma maneira que as torna melódicas e funkeadas.
Abaixo vão 2 vídeos. Primeiro “Potato Hole”, performada no show aqui mencionado e abaixo o clássico “Green Onions” (tenho certeza que voce já ouviu!).
Potato Hole – Show Boulevar São João – 15/05/2010
Green Onions
Ano que vem estaremos lá de novo pra conferir os melhores shows da Virada Cultural 2011!
Ele foi um dos pioneiros do jazz na Europa e também um dos primeiros músicos não negros nesse estilo musical. Jean Baptiste Reinhardt, conhecido por Django Reinhardt nasceu na Bélgica em 1910 e passou a maior parte de sua juventude em um acampamento cigano próximo a Paris, tocando banjo, guitarra e violino em clubes Parisienses desde muito cedo. Ele começou com o violino e eventualmente tocava um banjo que havia ganhado. Em sua primeira gravação conhecida (de 1928) ele toca o banjo.
Criador de um estilo único, o Gypsy Jazz, Django inovou desenvolvendo uma nova maneira de tocar sua guitarra, devido a um um incêndio em que ele teve graves queimaduras na mão esquerda, prejudicando seus dedos. Durante sua recuperação, foi introduzido ao jazz de Louis Armstrong (Ago 1901, Jul 1971), que teve grande influência na concepção do Gypsy Jazz.
Django ainda serviu de inspiração para Woody Allen que dirigiu o filme Sweet and Lowdown (Poucas e Boas) de 1999, interpretado por Sean Pean e Uma Thurman.
Aprecie no vídeo abaixo toda a genialidade de Django Reinhardt!
Na semana passada a equipe do Jazz Blog compareceu para conferir a apresentação do trio de Nova York, Medeski, Martin & Wood. A banda de música experimental fez uma apresentação de quase duas horas repleta de improvisos, solos e ritmos grooveados que deixou todo o público impressionado com sua qualidade musical.
Diante de tanto improviso, poucas músicas puderam ser identificadas pelo público, o que fez da apresentação uma experiência inédita e envolvente para os admiradores da banda.
Formado por John Medeski (teclado), Chris Wood(baixo acústico e elétrico) e Billy Martin (bateria e percussão), o trio passou pelo Brasil com a turnê de seu álbum mais recente, ”Radiolarians: The Evolutionary Set”, que traz uma performance do grupo ao vivo, um CD de remixes e um documentário. No palco, os três músicos vão muito além do dito “jazz tradicional”, incorporando elementos do funk, do rock e até mesmo do rap, resultando em uma sonoridade que vai do groove a um som mais atmosférico em um pulo.
A última exibição da banda no Brasil foi em 2008 e tive a oportunidade de ir tanto no show do Bourbon Street quanto no SESC. Com certeza o Bourbon é um espaço mais agradável para apreciar o espetáculo, pois lá as mesas ficam bem próximas do palco, além de servirem bebidas e comidas durante a apresentação.
Para conhecer mais sobre a banda acesso o site oficial
Segue abaixo fotos que tirei com o celular durante o show: